O Nosso T2, por Tânia Ribas de Oliveira

“Dá, dá!” ou o Pedro na grande aventura de comer sozinho

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Bom dia!

O Pedro está a lançar-se na grande aventura de comer sozinho! Fez um ano e meio no sábado e sente que chegou a sua altura de ser mais autónomo. Continuar a ler

O Nosso T2, por Tânia Ribas de Oliveira

Parabéns, Tomás! 18/12

Filho Tania Ribas de Oliveira
Às vezes gostava de saber como é um coração com tanto amor não explode. Muitas vezes, sinto o meu quase a saltar-me do peito. Quero que saibas, antes de mais, que és o primeiro grande responsável por esta felicidade avassaladora que sinto sempre que estamos juntos. Com ou sem ti, estamos sempre juntos. Não é belo, Tomás? Não é maravilhosa esta certeza de que nunca nada nos conseguirá afastar, mesmo que não estejamos fisicamente perto um do outro? Como quando vou trabalhar e tu vais para a escola? “Tinha saudades tuas, mãe! E eu tuas, Tomás!” e não há verdade mais bonita, todos os dias.
Todos os dias, há precisamente 4 anos.
Meu Amor Maior.
Dia 18 de Dezembro de 2012 nasceste tu e renasci eu para uma vida nova. Desse dia, lembro-me de tudo ao detalhe. Dos nervos sorridentes do pai: esse pai incrível que tu e o mano têm a sorte de partilhar! Do meu coração (sempre o meu coração) a derreter a cada segundo, do nosso primeiro toque e de ti no meu colo para sempre desde a primeira vez. És a criança mais maravilhosa que eu conheço. A sorte que eu tenho, não está escrita em lado nenhum. Nem eu a consigo escrever… Há qualquer coisa de encantador em cada gesto que fazes, nas tuas dissertações sobre tudo, nos teus abraços de puro mel e no teu olhar, meu filho, está a vida toda. A que foi e a que há-de vir. E os teus amores, são também os meus: o homem aranha e as bolas de futebol saltitonas, a arca das tuas coisas preciosas (papéis, legos perdidos, cartões), os balões que não rebentam, as bolas de sabão, os assobios cantados, a independência marcada no vestir e no despir sozinho “para eu ter muito orgulho em ti”. As palavras são tuas e a minha resposta será sempre a mesma: terei sempre o maior orgulho em ti, meu primeiro Amor Maior. Juntos, querido, todos juntos, os quatro (com o Bauer 5!) formamos uma família com a qual sonhei desde que tinha a tua idade. Hoje fazes 4 anos e eu sinto o coração grato. Sei que devo agradecer por esta sorte que tenho de vos ter na minha vida. Para sempre.
Parabéns, filho querido. Obrigada.
Um beijo da tua mamã-arco íris

Tânia

O Nosso T2, por Tânia Ribas de Oliveira

O meu direito de resposta

Direito de Resposta de Tania Ribas

Tenho 40 anos. Trabalho em televisão há 20 e nada do que conquistei me caiu do céu. Trabalho com a seriedade necessária de quem respeita a sorte do privilégio – a sorte do privilégio de se ter a profissão com que se sonhou desde criança. É uma sorte que dá muito trabalho, mas é uma sorte que agradeço todos os dias. Ainda assim, a minha profissão está longe de resumir a minha vida. A minha vida, essa coisa vaga é extraordinária que Deus me concede a cada minuto, é uma dádiva que prezo e respeito muito. Para além dos holofotes e dos saltos altos, está a minha concha de felicidade pura e intocável. Os meus filhos, o meu marido, a minha família, os meus amigos. Na minha concha vivem as minhas maiores alegrias, as minhas maiores conquistas, as minhas mais puras angústias, os meus desafios superiores, as minhas grandes paixões. Nessa concha, só entra quem vive no meu coração, esse órgão incrível que dita a minha vida desde sempre. Tudo o que faço, faço por amor. Já me perguntaram, mais do que uma vez, se não tenho medo de expor a minha felicidade. Medo? Medo porquê e de quê? Quem se incomoda com a felicidade dos outros deve repensar seriamente a própria vida. Não pretendo ser exemplo para ninguém – que pretensão!- mas se inspirar uma única pessoa a dar valor aos detalhes mais simples da vida, já valeu a pena.

Escrevi três livros infantis em três anos. Nesses três anos tive dois filhos.

Nesses dois filhos tenho a minha vida inteira.

O mais velho, que fala muito e bem (com e sem palavras) desde cedo me inspirou a partilhar as suas frases nas redes sociais. Li e reli vezes sem fim que deveria compilar tudo num livro. As nossas conversas eram (e são) verdadeiras relíquias para uma mãe, mas achei demasiado pretensioso escrever um livro sobre o que diz o meu filho e achar que ia interessar aos leitores. A editora Manuscrito lançou-me o desafio e, juntas, optámos por recolher outras frases e tornar o livro um registo para todas as mães. Lembro-me de ter comprado um livro da minha amiga Rita Ferro Rodrigues há uns anos e de me ter emocionado em todas as paginas com as pérolas incríveis das suas conversas com os filhos Leonor e Duda. As conversas das mães com os filhos são únicas e irrepetíveis. Cada mãe e cada filho formam um mundo único que ninguém, nunca, conseguirá invadir ou imitar. São as relações mais puras da história do amor: nada a fazer quanto a isto.

Hoje acordei com uma notícia tão triste quanto maldosa: a notícia de que eu teria plagiado uma ideia de há três anos, de uma mãe que teria escrito um livro sobre as frases da filha. E antes desse, quantos houve? E depois do meu, quantos haverá? Espero que muitos, muitos!

-Ponto um: eu desconhecia esse livro por completo e continuo a desconhecer. E não sou a única…

-Ponto dois: as pessoas que agora me acusam, foram das primeiras a incentivar-me à escrita do meu livro.

-Ponto três: há mil e um livros no mercado sobre maternidade, viagens, gastronomia, astrologia e tudo o mais e era o que faltava andar meio mundo a acusar o outro meio mundo de falta de criatividade. Eu sei que para algumas pessoas é difícil entender isto, mas o mesmo tema pode e deve ser abordado muitas vezes, dependendo dos corações que o sentem.

-Ponto quatro: plágio é crime e exerce-se quando um texto é copiado. Ora bem: se falamos de crianças e de um livro despretensioso sobre o que dizem, dificilmente estaremos a falar de conteúdo semelhante, muito menos igual.

-Ponto cinco: a maldade da acusação aos jornais sem uma palavra pessoal antes disso, torna-se uma arma com a qual não sei nem quero aprender a lidar.

– ponto seis: obrigada pela publicidade e pela tentativa falhada de ensombrar um projecto bonito. Sejamos humildes: é uma pretensão desmesurada acharmos que somos demasiado bons para sermos imitados. Antes de nós, já havia outros. E depois de nós, também.

Tânia Ribas de Oliveira

O Nosso T2, por Tânia Ribas de Oliveira

Feito por nós tem mais valor!

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Bom dia! Quem não tem trabalhinhos da creche volta e meia? Continuar a ler

O Nosso T2, por Tânia Ribas de Oliveira

Um fim de semana com direito a circo!

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Bom dia! Ontem fomos ao Circo Chen! Nós e mais três amiguinhos do Tomás com os papás e mamãs! Continuar a ler

O Nosso T2, por Tânia Ribas de Oliveira

A nossa árvore de Natal já está feita!

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Boa tarde! As casas no Natal ficam ainda mais bonitas e aconchegantes! Continuar a ler

O Nosso T2, por Tânia Ribas de Oliveira

Um São Martinho que soube a Verão

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Bom dia!

Veio o São Martinho e trouxe o Verão com ele! Que maravilha de fim de semana! Continuar a ler

O Nosso T2, por Tânia Ribas de Oliveira

Muita brincadeira num feriado cheio de sol!

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Bom dia! Cá estamos para o resto da semana, interrompida e bem por um feriado cheio de sol! Aproveitámos para almoçar com amigos em Monsanto, esse paraíso em plena Lisboa! Continuar a ler