O Nosso T2, por Tânia Ribas de Oliveira

Bom dia

Infelizmente, o tempo em família aos dias de semana é muito limitado! Com o trabalho dos pais e a escola das crianças, depois dos banhos é tempo de brincar. No chão, para podermos espalhar os brinquedos à vontade! Continuar a ler

O Nosso T2, por Tânia Ribas de Oliveira

Passatempo Odisseias

Adoro o dia da família, serve para nos relembrar o quanto é importante partilharmos momentos de amor juntos!

Assim, desafio-vos a partilharem um momento vosso em família neste artigo. Continuar a ler

O Nosso T2, por Tânia Ribas de Oliveira

Bom dia!

Voltei a visitar a Casa Ronald McDonald e voltei a ficar rendida… Para quem não sabe, estou a falar de uma casa que é um verdadeiro lar de família! Continuar a ler

O Nosso T2, por Tânia Ribas de Oliveira

Bom dia!

Peço desculpa pela ausência mas ando pelo Terreiro do Paço desde Domingo e só volto a folgar no próximo Domingo. Continuar a ler

O Nosso T2, por Tânia Ribas de Oliveira

Meu João


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O Nosso T2, por Tânia Ribas de Oliveira

Festival da Eurovisão: Filomena Cautela

Se um diaaaaaa, alguém, perguntar por mim, diz que desmaiei de nervos na Eurovisão.
Minha Tânia, bem sei que este devia ser um artigo de opinião mas não resisti… os tremeliques apoderaram-se do lápis (sim ainda acho que os génios são feitos de papel e lápis, e para me aproximar ainda escrevo mesmo assim), e transformei este texto numa carta para ti, em jeito de pedido de socorro e desabafo. Aí vai: Continuar a ler

O Nosso T2, por Tânia Ribas de Oliveira

Meu querido Helder

O Helder. Houvesse palavras. Não há. É um dos meus grandes amigos. Um dos maiores. Um dos eternos e incontestáveis. Foi logo assim, num instante nos apaixonámos a sério… que isto da amizade para sempre é coisa séria e arrebatadora. Trabalhámos juntos em 2005. Um mês seguido no Porto, fizemos as férias da Sónia e do Jorge e apresentámos a Praça da Alegria. Correu bem profissionalmente, muito bem. Percebemos logo ali que a nossa química era evidente, funcionava na perfeição. Mas correu ainda melhor pessoalmente. Guardei-o logo no meu baú a sete chaves. Soube na hora que seria para sempre. Vivemos a 300 km de distância, somos amigos como se fôssemos vizinhos. Adivinhamo-nos, adoramo-nos e respeitamo-nos. Continuar a ler

O Nosso T2, por Tânia Ribas de Oliveira

Meu querido Pai

Pai. Querido. Meu. Pai. Nosso, mas primeiro meu. Sou a primeira filha do meu pai e depois veio o Kiko e, muito depois, o Miguel. O meu pai sempre foi gigante aos meus olhos e não era só pela sua altura. Sempre foi um homem alto, loiro, de olhos verde água, muito diferente dos pais das minhas amigas da escola. Perguntavam muitas vezes se ele era português e no Verão, na praia, falavam com ele em inglês muitas vezes. Sempre achei graça a isso de ter um pai grande e loiro. E com os olhos verde água. O meu pai tem a voz mais bonita do mundo e este é, provavelmente, o elogio de que mais gosta. Fez Rádio em Luanda e este meu gosto pelas palavras ditas e escritas, foi ele que mo emprestou… depois, fiquei com ele, porque nunca mais mo pediu de volta. De resto, a minha profissão é para o meu pai um imenso orgulho, uma espécie de continuação do seu próprio sonho interrompido pela guerra colonial, que o Continuar a ler

O Nosso T2, por Tânia Ribas de Oliveira

Já conhecem?

Cá em casa somos 4 e se há máquina que funciona praticamente todos os dias é a de lavar loiça. Continuar a ler

O Nosso T2, por Tânia Ribas de Oliveira

Parabéns, avózinha!

Faz hoje 85 anos, a avó que fez tudo por mim e pelos meus irmãos. Passávamos todos os fins de semana em casa dos avós mais queridos do mundo, demos a volta a Portugal com as bicicletas presas ao Continuar a ler